11.25.2008

;Bip

Eu cheguei e estava extremamente estranho ainda...
Eu acordei três dias depois com a normalidade de antes, carinhos, sorrisos e piadas já naturais.
Como fiquei feliz. E como me grilei ao ouvir que 'estou brigada' com você. Queria conversar, mesmo sendo tarde, mas me evitaram dizendo que agora era desnecessário.
Eu me chateie em ouvir isso, mas era mais que necessário para cobrir minha infantilidade de ter negado conversar...
Estraguei o que estava latente, ao menos ao meu ver.
Quero participar, estou gritando por dentro para me botar dentro da sua vida e eu poder descarregar essas ínfimas besteiras que eu faço ou penso e por mais que o tempo passe ela não mudam ou transformam-se...
Ia escrever um post apenas dizendo "Me deixa conversar com você" ou "Me coloque na sua vida" ou "Não me esqueça"... Enfim, correr algo baseado nesses pedidos não tem como correr. A não ser que por um momento extremo infeliz ou suicida, eu revele no mínimo o nome desse blog.
Mas em um ato que aprendi com outra pessoa, entrei, olhei, li e agora sofro por dores estomacais que meu nervosismo causou a mim. Não posso comparar as dores, sou péssima em comparações pela minha instabilidade... mas pra sentir essa dor, eu posso confirmar que não foi pouca coisa.
Eu odeio privar alguém... Eu odeio ser uma razão de algo ruim... E estou sendo.
Já notei as posições da janela de conversação, já notei os emails, já notei as falas rápidas, janelas de conversação fechadas para evitar um acumulo de histórico, ou assunto polémico. Que seja. Notei.
Já disse a verdade que não enxergo de longe, já não olho para não atrapalhar e me ocupo com qualquer coisa ao invés de saber sobre o que falam.
Eu não tenho mais permissão e nem posso saber.

Cá estou chorando numa mescla de dor física e psicológica.
Não analisei se a melhor saída é voltar ou se é apenas me isolar na cidade.
Preciso garantir a minha entrada na faculdade pra decidir que rumo tomo...
Só uma coisa é certa, preciso estar longe teoricamente para não te causar nada.
Não entrei aqui para confessar meu pensamento no avião... O que seria se houvesse a queda, como os sentimentos frios reagiriam a isso, como eu não poderia ter entrado em defesa no caso Mara, como não realizaria a prova, como as pessoas ao meu redor reagiriam... como seria sua expressão ao chegar atrasada no aeroporto e não encontrar nenhum dos desembarcados apenas familiares aflitos?
Uma historia a se contar não?
Pensei nisso diversas vezes ahsiuhsuisa, volto a pensar quando questiono os sentimentos a minha volta...
O que farei daqui em diante ein? Tão cheia de magoas e dores, medrosa para contar algo que além do desabafo provavelmente desabo em choro.

Novamente cantando "my finger tips are holding onto the cracks in our foundation, and i know that i should let go, but i can't..."
Apesar das minhas piadas infames do início amei Bin-Jip, me calei conforme o andamento do filme.
Cute <3

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